Marta Temido, sem estado de graça

Marta Temido, sem estado de graça

Ainda não passaram três meses desde que entrou no Governo de António Costa, mas a nova ministra da Saúde já acumula polémicas, gafes e casos difíceis de resolver. Doutorada em Saúde Internacional e mestre em Gestão e Economia da Saúde, o que lhe sobra em currículo académico falta-lhe em experiência política. Talvez por isso já tenha havido um pedido de desculpas, uma acusação velada de descortesia, e muito mais.

Tutela a área que mais tem dado dores de cabeça ao Governo e que vai, garantidamente, continuar a dar: há já novas greves de enfermeiros marcadas, e Marta Temido também já usa agora um discurso mais duro, que recusou no início do processo. Num trimestre, a ministra que veio substituir o já desgastado Adalberto Campos Fernandes, e com um orçamento aprovado pelo antecessor, entrou ela própria num ciclo de desgaste acelerado. Entrou em rota de colisão com a Ordem dos Enfermeiros (o tal pedido de desculpas) e com a Ordem dos Médicos (que desmentiu os dados da ministra sobre os anestesistas a 500 euros à hora e até ameaçou com um processo). Foi desautorizada internamente por António Costa na Lei de Bases da Saúde. O 2019 de Marta Temido promete ser um Cabo das Tormentas.

 

Fonte: Sábado, 3 de janeiro 2019

3 de janeiro de 2019

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