Os relatórios de Atividades e de Contas de 2025 foram aprovados pela Assembleia Regional do Sul da Ordem dos Médicos (OM), a que preside António Martins Baptista. Os documentos foram apresentados pelo Conselho Regional do Sul (CRS), a 30 de março, na sessão que decorreu no auditório da OM, em Lisboa, e permitiu também participação online.
O Presidente do CRS apresentou o documento referente à atividade desenvolvida ao longo de 2025, “um ano muito atípico e exigente”, tendo apontado a intenção de “continuar a desempenhar o que era no entendimento do Conselho Regional do Sul o apoio incondicional aos médicos na defesa da qualidade da profissão”.
Considerando que o primeiro trimestre ficou marcado pelo “esforço em divulgar” o livro «O Médico do Futuro – Cenários para 2040», Paulo Simões falou acerca das diferentes dimensões da atividade da OM Sul. Visitas a unidades de saúde, participação em reuniões para discutir “temas da atualidade”, projetos ao nível da formação, eventos e iniciativas culturais, atividade disciplinar e jurídica da Ordem e serviço geral de atendimento foram tópicos que fizeram parte da intervenção do dirigente.
Por seu turno, o Tesoureiro do Conselho Regional do Sul foi responsável pela apresentação do Relatório de Contas, que, em linhas gerais, confirma que o “orçamento foi globalmente positivo”, com um resultado líquido superior ao previsto.
João Dias Ferreira falou acerca da evolução e distribuição dos rendimentos da Região Sul, sendo que “80.9% vêm da quotização”, tendo também explicado a distribuição dos gastos, a maioria destes aplicada na sede propriamente dita e outra grande parte associada às comparticipações para o Conselho Nacional.
Depois da apresentação dos relatórios, a Assembleia Regional do Sul aprovou, por unanimidade, os documentos.
No final, houve, ainda, um momento dedicado à discussão de outros assuntos diversos, em que Paulo Simões realçou a questão da formação, “um grande desafio que a Ordem tem neste momento”, e defendeu a necessidade de uma aproximação aos modelos da UEMS, cujos créditos permitem “o reconhecimento de qualquer especialidade em qualquer parte do mundo”.